
João Almeida lamenta não ter tido apoio dos seus companheiros de equipa após o ataque decisivo de Jonas Vingegaard, no início da subida final, ainda a 11 quilómetros da meta da 9.ª etapa, na Estância de Esqui de Valdezcaray.
«Creio que eles [companheiros de equipa] ficaram um pouco surpresos [com a aceleração repentina da Visma e a aceleração de Vingegaard], penso que não esperavam. Eu estava bem posicionado, mas foi difícil responder de pronto ao ataque. E depois não consegui fechar o espaço. É o que é...», reconheceu o corredor português que teve apenas um breve auxílio do australiano Jay Vine pelos seus colegas na UAE Emirates.
João Almeida chegou a pedir ajuda a Tiom Pidcock durante a perseguição a Jonas Vingeggard, mas não se queixa da igualmente breve e pouco efetiva colaboração do britânico. «Quer dizer, dava ver que ele estava no limite, por isso não podia pedir-lhe muito mais. E assim, eu também não poderia fazer muito mais.», reconheceu João Almeida, reforçando o lamento sobre a falta de apoio dos seus companheiros.
«Perdi um pouco da minha equipa hoje. Ninguém estava comigo no final, então... é o que é. Conseguir salvar o que pude, mas creio que poderia ter seguido com ele [Vingegaard] se tivesse tido essa ajuda. Veremos no final», concluiu o corredor de 27 anos.