Jannik Sinner tem aproveitado os três meses de suspensão por doping, após acusar clostebol, para se dedicar a outra atividades, dado que para já courts de ténis só oficiosamente, dado que só pode regressar a 4 de maio, a tempo do ATP Masters 1000 de Roma e antes de Roland-Garros.

Apaixonado pelo esqui, que praticou durante vários anos, o italiano aproveitou estas férias forçadas para testar as habilidades no kart e o circuito onde o tenista esteve a pilotar e a distribuir autógrafos divulgou fotos da sua animada experiência no meio automobilístico. Sinner, 23 anos, estava com o compatriota Antonio Giovinazzi - vencedor da Ferrai Le Mans 2023 - e o corredor Giulio Ciccone da Lidl Trek. Quem sabe, não se segue uma experiência no ciclismo.

Antes, o italiano que perdeu a nomeação dos Laureus para atleta do ano, devido ao escândalo, também foi presença notada na Semana Internacional da Moda de Milão, onde esteve a assistir ao desfile da Gucci ao lado da famosa jornalista Anna Wintour, editora da Vogue americana.

Pelo caminho ainda teve tempo para se dedicar ao golfe e às caminhadas. Tudo sem perder o estatuto de líder mundial do ténis.

Jannik Sinner aceitou três meses de suspensão imediata por «negligência na equipa» de forma a colocar um ponto final no polémico caso que envolveu o número 1 do ATP após dois controlos antidoping positivos.

Todo o processo esteve envolvido em secretismo até que dois comunicados — um divulgado pelo tenista italiano, outro pela Agência Internacional de Integridade no Ténis (ITIA) — o tornaram público em agosto.

Serão três meses, de 9 de fevereiro a 4 de maio, que deixarão o líder do ranking mundial de fora do ATP 500 de Doha e dos ATP Masters 1000 de Indian Wells, Miami, Monte Carlo e Madrid. Durante este período só perderá 1.600 pontos e não ficará com o estatuto de número um em risco.