O Chaves visita, às 11 horas deste sábado, o Penafiel, em jogo a contar para a 4.ª jornada da Liga Portugal Meu Super. Ainda à procura do primeiro triunfo no campeonato, o técnico dos flavienses, Filipe Martins, prefere olhar para o copo meio cheio neste início da 2.ª Liga. 

"Percebo a ansiedade de toda a gente em somar vitórias e não perdermos o comboio pela subida. Mas em três jornadas todos já perderam pontos e há equipas que não perderam jogos. Estamos incluídos nesse lote. Temos de passar para dentro de campo aquilo que temos treinado durante a semana", pontuou Filipe Martins, sem esquecer que, tal como tem vindo a ser norma, "este vai ser um campeonato competitivo", apesar de discordar das paragens internacionais: "Gostava que não houvesse paragens de campeonato, mas não vai servir de desculpa e pode ser importante para assimilar e melhorar algumas coisas. Quem anda no futebol, gosta de competição."

O que espera do Penafiel?

"Novamente um jogo competitivo, acho que são todos deste campeonato. Acima de tudo as sensações que tenho é a resposta que a equipa deu durante a semana. Sinto a equipa a querer inverter o início, esperávamos ter mais pontos. O caminho é esse, começar pela semana de treino, mas há urgência em dar uma resposta positiva. Ainda para mais, uma equipa destas a jogar em casa, vai ser difícil. Mas temos capacidade para vencer e, quando essa primeira vitória surgir, a equipa vai ter um rendimento diferente."

João Teixeira regressou ao clube esta semana, o que poderá dar à sua equipa?

"É claramente um atleta que dispensa apresentações. Estava há três semanas a treinar à parte, mas apresentou-se bem fisicamente e pode somar minutos já este fim-de-semana."

O plantel está fechado?

"Quero acreditar muito que esta equipa ainda tem potencial para mostrar, temos cinco extremos e um deles nem se apresentou. Vai ser uma agradável surpresa quando sentirmos que é o momento. O Pina está lesionado, mas acredito que os jogadores vão mais rendimento. Temos muitos jogadores para cada posição e, no caso dos extremos, ainda podemos contar com o Paulo Victor. Não se espere que chegue mais ninguém, nem que saia mais alguém", terminou.