A taxa de desemprego diminuiu para 5,8% em julho, face ao mesmo mês de 2024 (-0,7 pontos percentuais) e ao mês anterior (-0,3 pontos), segundo a primeira estimativa divulgadas esta sexta-feira pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).

De acordo com os dados do INE, a taxa de subutilização do trabalho foi estimada em 10%, valor inferior ao de junho (0,3 pontos percentuais), ao de três meses antes (0,5 pontos) e ao do mesmo mês do ano anterior (1,1 pontos).

No mês em análise, a população empregada (5.260,4 mil) alcançou o valor mais elevado desde fevereiro de 1998.

Já a população desempregada (323,1 mil) diminuiu em relação aos três períodos de comparação: mês anterior (15,7 mil; 4,6%), três meses antes (23,8 mil; 6,8%) e mesmo mês de 2024 (28,8 mil; 8,2%).

Segundo o INE, a população ativa (5.583,6 mil) aumentou relativamente a junho de 2025 (1,8 mil; a que correspondeu uma variação relativa quase nula), a abril do mesmo ano (15,6 mil; 0,3%) e a julho de 2024 (173,2 mil; 3,2%).

Por sua vez, a população inativa (2.456,4 mil) aumentou em relação ao mês anterior (6,7 mil; 0,3%) e a três meses antes (8,9 mil; 0,4%), e diminuiu face ao mês homólogo (59,1 mil; 2,4%).

Ao divulgar as estatísticas de julho, ainda provisórias, o INE fixou valores definitivos para o mês de junho, tendo revisto ligeiramente em alta a taxa daquele mês face ao anteriormente divulgado, passando-a de 6% para 6,1%.

A taxa de desemprego continua a ser maior entre as mulheres do que entre os homens, com 6,2% de desemprego entre a população feminina em julho, face a 5,3% entre os homens.

Entre os jovens, em junho e julho deste ano, a taxa de desemprego (18,9%) registou o valor mais baixo desde junho de 2023 (18,5%), enquanto a taxa de desemprego de adultos no mês de julho (4,8%) foi o valor mais baixo desde fevereiro de 2022 (4,7%).