A morte do menino de 5 anos, ocorrida na noite de ontem no sítio do Castelejo, no Estreito de Câmara de Lobos, foi ao que tudo indica "um trágico acidente".

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A informação foi avançada ao DIÁRIO, no local, por um familiar da criança, que explicou as circunstâncias em que tudo supostamente aconteceu.

Segundo este familiar, ao início da noite, o menino estava a brincar quando terá dito que ia buscar um brinquedo ao carro. Esta pessoa explicou que, após notar a demora, o pai foi à procura do filho e acabou por fazer a terrível descoberta: o menino ficara com a cabeça presa pelo pescoço ao accionar, involuntariamente, o botão de fecho da janela da porta do veículo, o que levou à asfixia fatal, sem que ninguém se tivesse apercebido da situação a tempo de evitar a ocorrência.

Trata-se de uma tragédia na família e na vizinhança, conforme expressou o familiar, contando que este era um menino querido e muito bem tratado por todos, lamentou, visivelmente abalado, tal como toda a população residente naquele sítio do Estreito de Câmara de Lobos.

Tal como anteriormente noticiado pelo DIÁRIO, e como é procedimento habitual em situações semelhantes, a Polícia Judiciária esteve no terreno a averiguar as circunstâncias da morte para confirmar que eventualmente tudo não terá passado de um acidente.

Quando os Bombeiros Voluntários de Câmara de Lobos chegaram ao local, a criança estaria inanimada no chão. De imediato, a equipa dos bombeiros iniciou manobras de reanimação, que prosseguiram até à chegada de uma equipa da Equipa Médica de Intervenção Rápida (EMIR).

Os profissionais da EMIR assumiram as tentativas de reanimação, mas, após vários minutos de esforço, o médico da equipa determinou a suspensão das manobras e a criança foi encaminhada para o hospital. No entanto, apesar de todos os cuidados prestados, o óbito acabou por ser declarado.